Avaliação internacional da política educativa para o 1.º ciclo elogia as melhorias introduzidas entre 2005 e 2008
Liderada pelo professor Peter Matthews, esta avaliação seguiu a metodologia e a abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros, ao longo dos anos, com resultados positivos.
O relatório salienta que as medidas desenvolvidas para a reorganização do 1.º ciclo já estão a produzir resultados na melhoria dos níveis de educação básica, com um impacto positivo na vida das crianças que frequentam este nível de ensino e dos respectivos pais.
Planeadas de acordo com os exemplos de boas práticas de outros países, mas adaptadas ao contexto português, estas reformas estão a atrair um crescente interesse a nível internacional, sendo consideradas como um excelente estudo de caso sobre como desenvolver uma reforma com êxito, conseguindo melhorias efectivas nos resultados educativos.
Principais resultados
A decisão de encerrar as escolas do 1.º ciclo de pequena dimensão é considerada positiva pelos autores do estudo, que consideram os benefícios de apostar em melhores instalações e enquadramento social em escolas maiores superiores às desvantagens associadas às viagens realizadas pelas crianças.
A introdução da escola a tempo inteiro é outra das medidas consideradas positivas, enquanto resposta às necessidades das famílias, implicando a substituição dos turnos duplos pelo horário normal.
Embora estas medidas ainda estejam em fase de concretização, o estudo salienta que as maiores mudanças a nível estrutural já foram levadas a cabo, existindo indícios de que os resultados no 1.º ciclo estão a melhorar e que os alunos têm acesso a um currículo de mais qualidade.
Fonte; ME.
VERDADE AO AMANHECER.
Emest Hemingway.
"Estava pois a lembrar-me de todas estas coisas de Paris, enquanto eles falavam de Londres e pensei que todos nós tínhamos tido uma juventude bastante diferente, e tínhamos muita sorte em nos darmos assim tão bem e dese-jei que G.C. não estivesse tão só à noite e que eu tinha uma sorte danada em estar casado com alguém tão encantador como Mary e que ia pôr as coisas a limpo na shamba e tentar ser um bom marido a sério."
Salgueiros 08

Este Domingo, assisti pela primeira vez a um jogo do nosso novo Salgueiral.
Foi com alegria que festejei 5 golos com meu filho também a meu lado, mais meu sobrinho.
Agora meu filho percebeu porque sou salgueirista.
E ele só tem 8 anos.
Um encontro com uma parte do estádio do Bessa lotado.
Já agora o meu obrigado ao Boavista por ter cedido o seu estádio para este jogo memorável.
Salgueiristas, estamos vivos e o meu muito obrigado a quem cuida deste blog do Salgueiros 08, http://scsalgueiros08.blogspot.com/ pois faz um excelente trabalho.
Eis umas fotos do jogo Ramaldense 0 - Salgueiros 08 5
Publicado no JN.
As responsabilidades dos pais.
Se dentro de casa, as crianças aprenderem os valores básicos da sociedade e de como estarem em sociedade, dentro das Escolas esses valores serão postos em prática, tornando o ambiente Escolar muito mais respirável, sendo que a convivência nas Escolas passa a ser de respeito mútuo entre todos os parceiros Escolares.
E tudo isso começa desde o primeiro dia de Escola, para que se criem hábitos de boa convivência.
Para isso, basta que todos se respeitem e os pais têm aqui um dever fundamental em orientar os filhos para que respeitem toda a sociedade Escolar.
Voltaremos a este assunto oportunamente.
Escrito por: Daniel Fernandes
Trio Odemira-50 anos

Responsabilidade Escolar.
Isto a respeito da CONFAP propor que as escolas públicas também tivessem serviços mínimos quando há greves dos docentes, medida essa que eu concordo.
Concordo porque ao contrário dos serviços de saúde que quando fazem greve informam os utentes para não irem ao engano, as finanças e até mesmo os transportes públicos, as Escolas não informam.Até nisso os docentes não são unânimes porque não falam todos a mesma língua como em todas as áreas profissionais.
Porque nas Escolas não à avisos a informar um dia antes se a Escola está em greve ou não, ou quais os docentes que fazem greve.
Ora o pré-aviso de greve que os sindicatos fazem não tem sentido nem tem validade pois quando anunciam uma greve de docentes e afinal temos docentes a trabalhar ora isso só é greve de alguns e não todos e ainda por cima geral como os sindicatos dizem.
Agora vejamos os alunos que a partir do quinto ano têm diversos docentes por dia e não sabem quais os que fazem greve, são obrigados a passar o dia na Escola e será que a cantina funciona ou que nas Escolas existem funcionários que cheguem para haver um cuidado mínimo com os alunos?
Para isso é que se fala nos serviços mínimos nas Escolas, para que os pais dos alunos que são obrigados a permanecer na Escola possam estar em segurança e alimentados, pois como sabemos só os docentes fizeram greve por isso a Responsabilidade Escolar que existe para com os alunos no horário escolar tem de ser cumprida.
E quanto a quem escreveu o artigo que diz que os pais descarregam os filhos na porta da Escola, essa espécie de pessoa lá sabe como trata os seus.
As questões são entre docentes ( funcionários do Estado) e entre entidade empregadora (Estado) não entre pais e alunos.
Aos pais apenas resta esperar que haja respeito entre todas as partes.E claro estarem descansados que enquanto haja greve os filhos não estão ao abandono.
Ministra do ME.
"O grande desafio que se coloca ao sistema educativo é o da qualidade e da exigência, pois só assim se pode cumprir o desafio da igualdade de oportunidades", sublinhou a governante.
Maria de Lurdes Rodrigues explicou que, hoje, o sistema educativo está marcado pelas heranças herdadas dos sistemas anteriores. "Houve uma evolução feita em contínuo, em acumulação. E enfrentar o futuro vai exigir maiores rupturas com o passado", defendeu.
Fonte: JN
Intersindical.
A CNIPE e Mário Nogueira
“Da parte dos membros da comissão instaladora da CNIPE - dissidentes da CONFAP, de Albino Almeida, que se constituíram como associação, em Abril de 2008, mas não têm tido resposta aos pedidos de audiência enviados à tutela - foram postas em cima da mesa duas preocupações concretas: a eventual realização de uma greve por tempo indeterminado, ou de uma greve às avaliações e exames finais. “
“Mas, apesar do pessimismo, a antiga presidente da CONFAP - organização que Mário Nogueira colou às posições do Governo - deixou um apelo: "Coloquemos os alunos no centro das preocupações, deixemos-nos de querelas e partamos para o diálogo".
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Esta noticia veio publicada no Jornal de Noticias de 14/01/2009.
Falo desta entrevista não para criticar a luta dos docentes mas para perguntar a esta senhora que com a CNIPE apenas veio dividir (mas pouco porque quase ninguém os ouve, nem o Governo) os encarregados de educação com a criação desta espécie de Confederação que diz ser tão independente que até parece que as outras Confederações também não o são.
Se a CONFAP tem tantos defeitos porque foi presidente da mesma?
Se o seu trabalho tem criado bases sólidas porque não temos ouvido falar da sua existência?
Para saber que existe foi preciso se reunir com uma entidade sindical.
Quanto ao “colar” da CONFAP ao Ministério da Educação, venho dizer que trabalho com a minha Ap junto da CONFAP e nunca que vi a CONFAP a querer que nos colemos ou a própria a se colar ao ME.
Quanto ao Mário Nogueira, que nem consegue levar a bom porto a luta da avaliação, será que também não está a usar esta luta para subir na política?
Com que direito o Mário Nogueira diz que a CONFAP está “colada” a posição do ME?
É por perder tempo a mais com a comunicação social que a fenprof não ganha as suas lutas.
E tenho dito.
Frio na escola motiva protestos.
Ainda temos Escolas sem aquecimento?
Será que não há quem ofereça uns aquecedores?
Se o estado não dá, então que tal a AP da referida Escola oferecer uns?
Ou os próprios pais?
Já que o Estado não cumpre..........
Fonte: JN
Hospital de S. João exibirá nome de médicos faltosos.
Esta é uma medida a meu ver radical e que se calhar vai levar alguns médicos a abandonar o serviço nacional de saúde.
Mas infelizmente é uma medida a ser tomada por quem sabe.
O que quer dizer que em principio é algo que tem mesmo de ser feito por desespero de quem não tem mais medidas para acabar com os médicos faltosos.
Fonte do titulo desta noticia: JN
Entramos em 2009
Passou a agitação desta época natalícia e agora comecemos o ano como desejamos na véspera.
Com vontade de fazer cumprir os desejos de nosso coração.
Até aqui chegamos e entramos, resta-nos agora seguir em frente.
Bom ano para todos.
Manuel Alegre.

Manuel Alegre anda um pouco perdido, sem certeza do que quer, critica mais o seu partido ou pelo menos diz que é o seu partido, o que eu já duvido.
Digo isto porque só ele diz que o PS desviou-se da sua politica, da política que sempre defendeu.
Será que não terá sido Manuel Alegre que já não sabe o que quer?
Digo isto porque agora o mesmo fala em criar um Partido que seja a união da esquerda.
Mas já deu para ver que não leva com ele o Bloco de Esquerda.
Louça já referiu que não está para ai virado.
No próximo Fórum das Esquerdas a realizar no ano de 2009, não haverá encobrimento de um projecto de um novo Partido.
Isso também já foi referido pelo mesmo Louça.
Não seria melhor Manuel Alegre se encontrar no seu próprio partido?
Digo isto porque ele faz falta à politica mas só quando se reencontrar a ele mesmo.
Manifesto pela Avaliação de Desempenho Docente.
A ministra Maria de Lurdes Rodrigues recebeu na passada sexta-feira, dia 12 de Dezembro, um grupo de professores que lhe apresentaram um Manifesto pela Avaliação de Desempenho Docente. É o texto deste documento que aqui se reproduz.
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Nós, professores e educadores abaixo-assinados, queremos que prossiga o processo de avaliação do nosso desempenho, instrumento necessário para a valorização da profissão docente e contributo decisivo para a qualificação da ESCOLA PÚBLICA.
Queremos ser avaliados, porque a Avaliação é condição necessária para melhorarmos a nossa prática profissional, qualificarmos as nossas escolas e prestarmos contas às Famílias e ao País.
Temos orgulhos na nossa profissão e acreditamos no seu valor social.
Queremos ser avaliados dentro das escolas, nos seus contextos, não por quem os desconheça.
Queremos ser avaliados nas diferentes dimensões que constituem o nosso trabalho.
Queremos que a avaliação produza efeitos, premiando o mérito e permitindo identificar pontos fortes a consolidar e oportunidades de melhoria a implementar.
Queremos ser avaliados assumindo a co-responsabilização pelos resultados dos nossos alunos.
Queremos ser avaliados de forma rigorosa, séria, credível e formativa.
Reconhecemos na estrutura deste modelo de avaliação as vertentes que reputamos essenciais na Avaliação dos Professores.
Sabemos que qualquer modelo de avaliação é susceptível de críticas e de melhorias. O modelo que está em vigor não escapa à regra. A sua aplicação, defrontou-se, na maioria das escolas, com obstáculos, resistências e exigiu mais trabalho. Mas reconhecemos que o Ministério da Educação foi sensível aos problemas que lhe foram transmitidos e tomou decisões que simplificam procedimentos e retiram sobrecargas. Assim, as críticas feitas de boa fé às condições de concretização do modelo obtiveram, no essencial, acolhimento.
Afirmamos, por isso, que as escolas e os professores têm agora condições para prosseguirem com a Avaliação do Desempenho, segundo o modelo que está legalmente definido. Só a prática efectiva deste modelo de avaliação poderá conduzir à identificação de aspectos a melhorar.
A experiência adquirida este ano, embora com um modelo simplificado, irá habilitar-nos a propor alterações realistas e eficazes a introduzir já a partir de 2010.
Como educadores, sabemos bem que prestamos um serviço insubstituível aos alunos, às famílias e à comunidade. Queremos honrá-lo. Queremos estabilidade nas escolas. Não estamos disponíveis para outros interesses que não os de exercer a nossa profissão o melhor que pudermos, ensinando e aprendendo.
Queremos ser avaliados, agora, de acordo com a lei, nas nossas escolas, pelo nosso trabalho.
(fim)
Publicado no site do ME


