Dignidade e Futuro.

 

A Associação “Dignidade e Futuro”, de Gondomar, formalizou, com o Hospital de S. João, um protocolo de cooperação que visa desenvolver ações de colheita de sangue. No próprio dia da assinatura do protocolo [3 de novembro], dinamizaram, de imediato, a primeira recolha. E, referiram os responsáveis pela instituição, a resposta dos gondomarenses superou as expectativas mais positivas.



Foram mais de quatro dezenas de recolhas de sangue que, logo no primeiro dia, a Associação “Dignidade e Futuro” de Gondomar conseguiu (resultado de um protocolo formalizado com o Hospital de S. João).
Pela manhã (do dia 3 de novembro), e ainda antes de ser assinado o protocolo, já muitos gondomarenses se deslocavam à Cripta da Igreja dos Capuchinhos para doarem sangue. Ao final da manhã, e depois de contabilizadas as doações, foram mais de quatro dezenas de pessoas a participar nesta ação. E “o sucesso desta iniciativa é para continuar”, salientou Maria Amélia Ribeiro, Presidente da Direção da associação promotora da recolha.
A formalização do protocolo contou com as presenças, entre outros, de António Ferreira (Presidente do Conselho de Administração do Hospital de S. João), Amélia Ribeiro (responsável pela Associação “Dignidade e Futuro” de Gondomar), Fernando Paulo (Vereador do Pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Gondomar), Carlos Nunes (ACES Gondomar) e Salvato Trigo (Reitor da Universidade Fernando Pessoa).


Na opinião do Vereador da Câmara de Gondomar, esta iniciativa “tem que ser elogiada”, principalmente porque a associação que a promoveu “está a trabalhar para suprir as carências da comunidade local”.

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