Unanimidade em relação aos resíduos.

Foto: Gabinete de Imprensa CMG
A Assembleia Municipal de Gondomar aprovou, a 16 de Junho, por unanimidade, uma moção da CDU no sentido de serem removidos os resíduos industriais perigosos depositados em S. Pedro da Cova.
No dia 17 de Junho, em reunião pública do Executivo da Câmara Municipal de Gondomar, foi igualmente abordado o assunto e, sequência disso, a Autarquia irá solicitar à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Norte (CCDR-N) a necessária celeridade na averiguação desta situação.

A discussão relacionada com a deposição de resíduos em S. Pedro da Cova (na zona do Alto do Gódeo) esteve no centro da discussão das reuniões da Assembleia e Câmara Municipal, realizadas a 16 e 17 de Junho.
Na reunião da Assembleia Municipal foi aprovada, por unanimidade, uma proposta da CDU que pretende que a Ministra do Ambiente «tome medidas urgentes para a resolução do passivo ambiental do Alto do Gódeo, que tem de passar, necessariamente, pela remoção dos resíduos ali depositados». A decisão foi unânime juntando os eleitos da lista independente “Valentim Loureiro”, PS, PSD, CDU, BE e CDS-PP.

Já na reunião do Executivo, do dia 17 de Junho, o assunto teve continuidade. Valentim Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, destacou que «não gosta de tratar de assuntos sérios na praça pública», mas pretende é «ver soluções, mais acção e menos demagogia e ‘show-off’!». Daí que a Câmara «aguarde, com preocupação, o conhecimento de todo este processo e que os Serviços Públicos envolvidos actuem com celeridade». Destacando que «a Câmara não tem responsabilidade na situação», Valentim Loureiro assume uma postura de necessidade de resolução desta questão.

O Vereador do PSD, Rui Quelhas, instou a Autarquia para que faça chegar à CCDR-N, «a expectativa da Câmara na urgência destas análises». Já Leonel Viana, também eleito pelo PSD, realçou que «está claro e explícito que a Câmara Municipal de Gondomar não tem qualquer ‘culpa’ neste assunto mas, agora, deve pedir celeridade do processo e no apurar de possíveis responsabilidades».
Estas questões centram-se nas faladas 320 mil toneladas de resíduos industriais perigosos, provenientes da fábrica da Siderurgia Nacional, da Maia, que terão sido depositados em valas, sem qualquer tratamento do solo, na freguesia de S. Pedro da Cova.

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