Um “Cimbalino Curto”, sff!

Foi uma noite de sábado diferente... Mais cómica... Com sentido de humor...

Onofre Varela apresentou, no Auditório Municipal de Gondomar, dia 15 de Maio, mais uma sessão do seu “Cimbalino Curto” – nome do livro que editou mas, também, título de um espectáculo de comédia que Onofre Varela (e vários personagens pelo humorista criados) tem apresentado em vários locais.

Onofre Varela divide o palco consigo próprio. E com os personagens que criou, a maioria tendo por base os textos do livro que editou: “Cimbalino Curto”.

São, na sua maioria, textos curtos, mordazes, com um sentido de humor actual. O humorista admitiu, no espectáculo que trouxe ao Auditório Municipal de Gondomar, que gosta de ouvir palmas. Daí que, de forma constante, tenha estabelecido “diálogo” com o público presente.
Improvisando, ou lendo textos do seu livro, Onofre Varela apresentou um espectáculo que, não obstante o humor (às vezes) corrosivo, foi muito aplaudido por público dos 6 aos 60 anos.
A iniciativa, promovida pela Associação Artística de Gondomar, contou com o apoio da Câmara Municipal. Presentes, entre o público, estavam o responsável pela ARGO, Albertino Valadares, assim como o Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Gondomar, Fernando Paulo.

Foto: Gabinete de Imprensa CMG


Onofre Varela nasceu no Porto em 1944. Estudou pintura e exerceu a actividade de desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartoon), em 1970, no jornal “O Primeiro de Janeiro”. Colaborou com a RTP, desenhando em directo a informação meteorológica no programa “Às Dez” e animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador principal no “Jornal de Notícias”, onde também escreveu artigos de opinião, crónicas e entrevistas. Premiado em Portugal e no estrangeiro nas áreas da caricatura e da criação de logótipos, expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil. Publicou “O Peter Pan não existe”, é coautor de “Cinco Enterros do João” e, naturalmente, do “Cimbalino Curto”.

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